Na última semana a Revista Exame publicou uma matéria a respeito de ouvir os mortos. Segundo a ciência Chico Xavier que doou todos os direitos autorais dos mais de 400 livros que escreveu em vida, não poderia falar com os mortos.
Tudo teria sido produzido pelo seu próprio cérebro. Se ele ouvia vozes, eram vozes produzidas por sua mente. Afinal, a ciência mostra que a consciência (a mente, ou a alma) é fabricada pelo cérebro e está confinada nele. Ou seja, quando o corpo morre, a consciência desaparece.
A pesquisa que foi coordenada pelo psiquiatria da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, decidiu questionar a ciência e não os médiuns e a conclusão está publicada no livro “Irreducible Mind” (Mente Irredutível, sem tradução em português).
A obra parte da lógica de que fenômenos como a mediunidade, a telepatia e experiências de quase-morte são indícios de que o modelo teórico vigente nos meios científicos é incompleto.
Os autores defendem uma mudança na forma de encarar casos como o de Chico: tirá-los do campo do folclore e da superstição e analisá-los.
Para o grupo de pesquisadores a mediunidade pode desvendar o mistério da consciência, que instiga filósofos e cientistas há mais de 2 mil anos. Eles acreditam que parte do problema está em considerar mente e cérebro uma coisa só.
Querem que os cientistas tradicionais questionem suas convicções e prestem mais atenção em fenômenos hoje ignorados, como a mediunidade.
Opiniões à parte, o estudo tem pelo menos uma conclusão clara: mesmo que tudo seja obra da mente dos médiuns, como diz a ciência, boa parte deles não tem consciência disso.
Fonte: RBN

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