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SEIS DICAS PARA INICIANTES NO ESPIRITISMO

A doutrina espírita tem como base o chamado tripé dos conhecimentos filosófico, científicos e moral (religioso).

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Reconciliar com os nossos adversários

Qual a importância de reconciliar com os nossos adversários?
O mundo está cheio de pessoas com diferentes opiniões e maneiras de se comportar, e ainda, ninguém passa pela jornada terrestre sem o assédio da ignorância e as imperfeições humanas. Por isso, muitas vezes, essas diferenças geram conflitos entre amigos, familiares, colegas de trabalho, etc, criando assim, adversários.

Entretanto, mesmo diante daqueles que nos fere, que nos julga, temos que direcionar os nossos pensamentos sempre para o bem. No capítulo 10, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, nos apresenta a seguinte passagem:
“Reconcilia-te o mais cedo possível com o teu adversário, enquanto estás junto dele, para que ele não te entregue ao juiz, e este não te entregue ao seu ministro, para seres preso. Eu te digo, em verdade, que de lá não sairás enquanto não pagares até o último ceitil”. (Mateus, V:35-26)
Reconciliar com os nossos adversários
A Doutrina Espírita nos ensina que somos seres evolução, por isso, as e expiações são necessárias para a nossa caminhada. Por isso, temos interpretar os nossos adversários como: irmãos de caminhada. Já que, as provas e expiações são necessárias para a nossa caminhada, e os adversários, são aqueles que nos proporcionam treinamento no bem.

Jesus nos recomenda a reconciliar com os nossos adversários o mais cedo possível para aproveitarmos as oportunidades que temos para nos desculpar, fazer as pazes com os outros. E ainda, conter as perturbações em existências futuras.
“Quando Jesus recomenda que se reconcilie o mais cedo possível com o adversário, não é simplesmente para evitar as discórdias na existência atual, mas para evitar também que elas se perpetuem nas existências futuras. Vós não saires de lá, diz ele até que tenhas pago até o último ceitil, ou seja, cumprido completamente a justiça de Deus”. (Evangelho Segundo o Espiritismo)
Portanto, reconciliar com os nosso adversários, segundo os ensinamentos de Jesus, é:
  • reconhecer o oponente;
  • dar-lhe o direito de opinião;
  • harmonizar – se com todos os que lhes perseguem;
  • reconhecer suas qualidades;
  • lhe desejar o bem
  • Para finalizar, quando alguém lhe ofender não tenha reações precipitadas. E ainda, lembre-se que: a lamentação enfraquece o otimismo; a mágoa acaba com a esperança.

Diante de uma ofensa, use uma palavra que acalma, proceda sempre com bondade, paciência e serenidade.

Fonte: O Clarim

Chico Xavier: 20 exercícios para a reforma íntima

Antes de mais nada, a Doutrina Espírita nos ensina que quando reencarnamos trazemos conosco as tendências positivas e negativas. E ainda, como somos seres imperfeitos, precisamos eliminar essas imperfeições e criar novas virtudes. Como? Através da Reforma Íntima.

Reforma Íntima
A reforma íntima começa dentro de nós mesmo, e as transformações irão refletir em todos os campos das nossas vidas. Entretanto, por conta da correria do dia a dia, muitas pessoas não conseguem tempo para se cuidar espiritualmente.

Por isso, as listas são excelentes maneiras para começar a reforma íntima de modo simples e eficiente. Chico Xavier nos deixou grandes ensinamentos e um deles foi uma lista para fazermos essa reforma:

  1. Executar alegremente as próprias obrigações
  2. Silenciar diante da ofensa
  3. Esquecer o favor prestado
  4. Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco
  5. Emudecer a nossa agressividade
  6. Não condenar as opiniões que divergem da nossa
  7. Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária
  8. Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume
  9. Treinar a paciência constante
  10. Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores
  11. Buscar sem afetação o meio de ser mais útil
  12. Desculpar sem desculpar-se
  13. Não dizer mal de ninguém
  14. Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência
  15. Alegrar-se com a alegria dos outros
  16. Não aborrecer quem trabalha
  17. Ajudar espontaneamente
  18. Respeitar o serviço alheio
  19. Reduzir os problemas particulares
  20. Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira
Não espere tanto tempo para começar. O tempo e os minutos são preciosos para as nossas conquistas. Pratique esses 20 exercícios de Chico Xavier para a reforma íntima.

Fonte: Rádio Boa Nova

Tragédias na visão espírita

O ano de 2019 começou com muitos acontecimentos marcantes, por exemplo, o rompimento da barragem em Brumadinho (Minas Gerais) e o incêndio nas categorias de base do Flamengo.  Esses episódios levaram muita gente a questionar o que estava acontecendo. Diante disso, pergunta-se: o que podemos entender por tragédias na visão Espírita?

Primeiramente, o Espiritismo nos ensina que a morte é apenas um acontecimento biológico. E que os espíritos que animam os corpos materiais são imortais, ou seja, têm sua existência além desta vida.

E ainda, as tragédias na visão espírita dizem respeito a aprendizados que são necessários para a nossa evolução. As dores e os sofrimentos fazem parte das nossas vidas, e ainda, além de ensinamentos, elas são a execução das Leis Divinas, por exemplo, a Lei de Causa e Efeito.

O Livro dos Espíritos
Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, questão 737, nos ensina que as tragédias servem para progredirmos mais depressa.
Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?
Resposta: “Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados.
Ou seja, as tragédias são, portanto, oportunidades de regeneração moral dos Espíritos.

Já as tragédias no sentido de término, dizem respeito a um breve instante no infinito de nossas existências.  E os ensinamentos que são expressos hoje em flagelos, no futuro serão um adiantamento a fim de evitar nossos erros.

E no que diz respeito às tragédias na visão espírita, a doutrina nos ensina que elas servem como provas para os exercícios de inteligências. Além de demonstrar paciência e resignação.

O L.E fala também que as fatalidades físicas “existem unicamente pela escolha que o Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer.”

Para finalizar, as tragédias possuem o propósito de transformação, elas dão oportunidade de mudança. Seja encarnado ou na continuação da existência após a morte.
“Venha por um flagelo a morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo. (O Livro dos Espíritos, questão 738)
Fonte: Rádio Boa Nova