Consideremos algumas de nossas habilidades: comunicação, visão, audição, locomoção, lucidez, etc.
Estes e outros valores que dispomos são suficientes para demonstrar a nossa capacidade de fazer alguma coisa por alguém, praticando desta maneira algo que conhecemos como altruísmo.
A Fonif, associação sem fins lucrativos que tem como propósito atuar em defesa dos interesses das entidades filantrópicas, divulgou um estudo apontando que as instituições realizaram mais de 160 milhões de atendimentos em 2014 e geraram 1,3 milhão de empregos. A cada R$ 1,00 obtido por isenções fiscais, as instituições filantrópicas retornam R$ 5,92 em benefícios para a sociedade. Saiba mais!
Estudos revelam também que ajudar os outros voluntariamente, nos torna mais feliz, não importa o quanto este trabalho exija.
Existem pessoas que mesmo sem enxergar auxiliam outras com seus dons manuais, por exemplo. Outras que perderam a possibilidade de se locomover, mas auxiliam na prática da oração, sempre indispensável para todos nós.
Força Contrária
Apesar disso, temos algo que “nos empurra contra” as atitudes altruístas: a tendência para o egocentrismo. Ainda estamos presos à ignorância, ao egoísmo e ao orgulho, por exemplo. Isso dificulta ainda mais concedermos a nossa maior preocupação com o próximo.
O biólogo Edward O. Wilson, aquele que disse que somos programados geneticamente para pensar em Deus, acrescenta dizendo que a evolução do altruísmo é a preocupação central da sociobiologia.
A Doutrina Espírita nos proporciona determinante lição a respeito:
Esta revelação indica que um dia o amor desinteressado será constante em nossas vidas. Que tal começar a realizar o desprendimento dos bens materiais e dos sentimentos inferiores agora mesmo?
Fonte: Rádio Boa Nova

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