Aborto em casos de estupro. Este é um assunto grandemente polêmico e que se levanta frequentemente grande discussão.Mulher sentada com cabeça abaixada
No Brasil o aborto não é qualificado como crime quando praticado por médico capacitado em mais dois casos além do estupro: quando há risco de vida para a mulher causado pela gravidez ou se o feto for anencéfalo (bebê que não possui cérebro).
Primeiramente, é importante saber que nada é por acaso. Da mesma maneira que ninguém é mãe ou filho por casualidade, não há atos tão perversos como o estupro, planejados pela espiritualidade.
Qual a visão do Espiritismo sobre o aborto em casos de estupro?
A Lei Divina é sábia e tem como principal meta corrigir ou atenuar sofrimentos do livre arbítrio de nossas escolhas e as posteriores consequências. A Lei Soberana de Causa e Efeito gera nossa responsabilização por tudo que realizamos.
Interromper a reencarnação de um espírito mesmo decorrente do estupro é sempre uma atitude complexa, que somente ampliará o sofrimento dos envolvidos. E dependendo da reação do reencarnante gera processos obsessivos. Se você está passando por essa situação ou conhece alguém que esteja neste delicado momento, é essencial optar pela vida.
Caso não haja possibilidades psicológicas de aceitação da mãe ou disponibilidade dos familiares assumirem a criança, encaminhar o bebê para adoção é uma boa saída, uma vez que conforme a obra “O Livro dos Espíritos” explica, de alguma forma eles terão que recomeçar: “Quais são, para o Espírito, as consequências do aborto?” Resposta: “É uma existência nula a recomeçar” pergunta 357.
Fonte: RBN

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