Sexo e energia


Nos tempos atuais é muito comum o assunto: Sexo. Seja em uma rodinha de amigos, na televisão, em propagandas,  nas escolas, dentre outros. Mas será que a sociedade atual compreende quais as consequências da relação sexual sem responsabilidade?

Emmanuel, no Livro Vida e Sexo, diz:
Em torno do sexo, será justo resumirmos as normas seguintes:
Não proibição, mas educação.
Não abstinência imposta, mas emprego digno, com o devido respeito aos outros e a si mesmo.
Não indisciplina, mas controle.
Não impulso livre, mas responsabilidade.
Geralmente quando o jovem entra na puberdade a energia sexual começa a surgir, muitas dúvidas e vontades são novidades, é um momento de transição. Importante haver um esclarecimento sobre o assunto, falar sobre sexo é necessário, mas não de uma forma vulgar ou banal, e sim explicando a importância e a responsabilidade.

O sexo é algo natural e faz parte da necessidade instintiva de repercussão psíquica, psicológica e emocional do ser humano, portanto não deve ser banalizado. O respeito a si, com seu corpo e sua moral é importante para que a relação seja saudável.

Quando o indivíduo pensa muito sobre sexo, por inúmeros motivos, acaba atraindo obsessores que querem aproveitar dessa energia. Todos os nossos pensamentos atraem energias, boas ou ruins, depende da vibração em que a pessoa está.  A energia sexual deve ser aplicada sempre com responsabilidade e discernimento, jamais se esquecendo dos valores éticos e de que cada ação tem uma reação.

Além da consequência energética, existe a fisiológica, quando o sexo é banalizado, a prática de maneira promíscua abre espaço para a instalação de doenças transmissíveis, que muitas vezes tornam-se epidemias, como por exemplo, a AIDS.

O amor deve estar sempre presente em uma relação para que ela seja algo sublime. O orgasmo, por exemplo, é o estado de plenitude, mas para fazer jus a sua possível emoção plena e energizadora é necessário o amadurecimento dos sentimentos dos indivíduos  pode até liberar a tensão instintiva.

O sexo apenas pela necessidade fisiológica gera uma energia ruim, já o sexo com amor é uma forma de crescimento e aprendizagem também, pois há uma poderosa troca de energias entre os parceiros.

Banalização do sexo
“O sexo sempre foi livre e deve ser livre. Portanto, não devemos concordar com a promiscuidade e a vulgaridade com que ele é exercido, mas à liberdade com responsabilidade, mediante a consciência da sua finalidade. Hoje a mente das pessoas está no sexo; é a cabeça sexual. Depois da revolução sexual dos anos 60, o sexo saiu do aparelho genésico e foi para a cabeça. Só se pensa, fala e respira sexo. Criou-se o mito de que a vida foi feita para o sexo, e não o sexo para a vida.” Divaldo P. Franco
A Revolução sexual ao qual Divaldo se refere é sobre a chegada a pílula anticoncepcional no Brasil na década de 60. Uma época onde a sexualidade começou a ser mais explorada, pois com menos risco de uma gravidez indesejada e sem o conhecimento sobre a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, os jovens procuravam a “liberdade”.  Com essa possibilidade da gravidez só acontecer, teoricamente por escolha da mulher, o sexo começou a ser banalizado.

Quando se fala de energia sexual não se pode dizer que há sexo seguro. É necessário o cuidado para não confundir amor com a energia instintiva sexual, ou sentimento de posse com amor. Lembrando também que ter uma relação sexual com alguém que tem depressão, está com raiva ou alguma outra emoção pesada acaba atingindo o parceiro, fazendo-o vivenciar essa experiência. É uma carga energética recebida e emanada.

É importante entender que sexo é saudável e faz parte da vida, desde que seja praticado com sabedoria.

Fonte: RBN

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