Durante este mês nossos artigos serão direcionados aos estudos do filósofo, benfeitor, educador, idealista e pessoa dotada de coração extremamente bom: Allan Kardec.
Para a sua sublime missão de codificar a Doutrina Espírita, confiada pelo Cristo, os efeitos físicos foram essenciais.
Como as mesas girantes influenciaram Allan Kardec?
Em 1854 o educador ouviu falar das mesas girantes e, após algum tempo duvidando da confiabilidade deste fenômeno, chegou à conclusão de que estava mesmo diante de fato novo, que merecia cuidadoso estudo.
As informações que Kardec recebia das entidades comunicantes eram analisadas, comparadas e discutidas. E desta forma surge a obra básica do Espiritismo: “O Livro dos Espíritos”.
Na sequência é publicada a obra “O Livro dos Médiuns”, na qual constam algumas explicações do Espírito de São Luís referente à Teoria das Manifestações Físicas: o que anima a matéria ou os objetos que se movem, e o que materializa os espíritos, é uma combinação de Fluido Cósmico Universal – FCU, com o fluido perispiritual do próprio médium e com o fluido do perispírito de espíritos mais ligados à matéria, ou seja, menos evoluídos.
É exatamente isso que ocorre com a “mesa girante”. A mesa se “anima” e se move pela força mental exercida pelo espírito.
Com estas elucidações da Doutrina Espírita podemos compreender melhor estes fenômenos, até mesmo explicando-os cientificamente.
Certificamos também que este fato serviu de “pontapé” inicial para posteriores estudos da mediunidade a serviço de instruções espíritas e do nosso despertar para a existência de aspectos espirituais.
Fenômenos como este e outros efeitos físicos que se tornaram escassos na atualidade demonstram a evolução que a humanidade já atingiu, pois não temos mais a necessidade de comprovar o que verdadeiramente somos: espíritos imortais.

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