Preservação da Água: responsabilidade estatal ou social?

Compete à população conscientizar-se de que não cabe apenas ao Estado prover o uso coerente de recursos hídricos, mas compreender que a utilização racional, consciente e limitada da água é dever de todos.

De nada nos adiantará ter direito ao consumo de água potável se este recurso não estiver mais disponível.

Do governo espera-se mais planejamento, ações corretivas e preventivas a curto e longo prazo, e por parte do cidadão espera-se mudanças de comportamento e de atitudes.

E a partir do momento em que o cidadão assumir esta responsabilidade social, surgirá a mudança para a redução do consumo dos recursos hídricos e manutenção racional e sustentável de todos os bens naturais sabidamente escassos.

Impõe-se, portanto, a cada cidadão refletir até que ponto a água está sendo utilizada adequadamente, assegurando a maior durabilidade possível da água disponível na Natureza, independentemente da quantidade de chuvas, do número de habitantes locais ou da expectativa de existência de alternativas tecnológicas.

Pode-se, por exemplo, ao escovar os dentes, enxaguar a boca com a água do copo (economia de aproximadamente 3 litros de água); ao lavar a louça, manter a torneira fechada; usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima, pois uma máquina de 5 quilos gasta em média 135 litros de água; evitar lavar calçadas, quintais e carros com frequência – e se for inevitável, usar balde e vassoura no lugar de mangueira; reutilizar a água sempre que possível.
Cada ser humano deve exercer a cidadania para consigo mesmo, para com seus pares e para com as gerações futuras.

Fonte: RBN

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